sábado, 8 de setembro de 2007

AO SETE DE SETEMBRO

Um sábado oito de setembro pra falar de alguma coisa que não seja, hoje, poesia, nem seja, preventivamente argumento de menino-de-propaganda.

Aqui,
mil coisas pra dizer que dá raivas, que dá nos nervos.

Tem varejo pra varejar, brifar, redundar, aceitar, apresentar, reprovar, receber reprovação e tocar.

Tem um Eu absurdamente inquieto com essa coisa de comunicar em papel, em festa e em marketing.

Quero mais é que deixe de ser regra falar de poesia quando se é inteligentemente capaz de falar da indigência da palavra e do mundo, da rima e da coisa - das coisas que alucinam de alguma forma, alguma forma de sentimento.

Quero mais é que se desprenda de mim essa vontade de ser Da propaganda, de pertencer a uma divisão equivocada de artropologistiados, de ideísticos inconformados com a mesma indigência de argumentos,
Do mundo.

Quero mais é que ontem não exista mais. E que, Independência seja fato e não relato de livro e argumento inteligente de porco e soco-social e argumento, de novo, anal. Porque é vento, e fedor, é um Puuum ditatório e hipócrita, esse dizer País.

Ah, quero mais é mandar o Papa tomar no cu sem que me enxerguem uma camiseta vermelha dizendo que Sou revoltado. Quero mais é que você se foda no dia Da independência informal, que não existe/existiu.

Quero mais é que o Brasil se despatriotize e tome no cu relevante da consciência de que a melhor forma está na forma como se pensa, e não, como se diz... Como diz o Malcon: "nada a ver pra comentar uma coisa dessas, vou é cagar e assobiar."

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